quarta-feira, 15 de junho de 2016

Comunicação Digital



O artigo da Comunicação Digital começa tratando de dois pontos importantes: A nossa relação com as máquinas e, o quanto ela está presente nas nossas vidas. A confiança e a dependência são dois adjetivos que contemplam um pouco das nossas relações pós-industrial quando falamos de relacionamento com as máquinas e, isso implica diretamente com a forma a qual nos comunicamos com o restante do mundo.
Se McLuhan considera os meios como extensão do homem, saliento-me a arriscar que a internet, isoladamente, é a extensão do computador: uma pós-extensão humana.
É muito mais interessante ver a linha de continuidade que existe do que hiper valorizar a ruptura.

Por mais que enxerguemos a internet como uma revolução, não necessariamente essa tecnologia trará mais democratização, mais acesso ao poder, inclusão. Isso não está embutido no DNA da tecnologia.

A tecnologia, por si, traz também mais diferenciação; A inclusão digital não dar-se apenas por liberar o acesso para as pessoas ou em escolas para que as crianças possam utilizá-la. É preciso mais que liberar a internet, é preciso qualidade, criticidade sobre aquilo que o novo usuário está consumindo. É preciso uma alfabetização digital.


quarta-feira, 8 de junho de 2016

O que a internet nos oferece?


"Nós moldamos nossas ferramentas, e então nossas ferramentas nos moldam."
Marshall McLuhan, teórico da Comunicação



Mesmo criticado em sua época, e ter passado anos numa geladeira sem ser lembrado, os estudos e frases de McLuhan vem tomando força ao longo do tempo, e nos períodos culturais da evolução. Agora, na cultura digital, podemos perceber isso tão forte quanto. Uma vez que programamos computadores para e este tem sua influência e sua manipulação sobre nossa vida.

"A busca pela relevância gerou os gigantes da internet de hoje e está motivando as empresas a acumular cada vez mais dados sobre nós e a usá-los para adaptar secretamente nossas experiências online. "

Por mais que muitas pessoas acreditem que os mecanismos de buscas são imparciais, ele fica cada vez mais parcial por nos oferecer aquilo que queremos e, muitas vezes, já sabemos, a partir de informações já armazenadas pelo buscador.

"O  monitor do nosso computador é uma especie de espelho que reflete nossos próprios interesses, baseando-se na análise de nossos cliques feitos por observadores algorítmicos."

Mesmo as páginas anônimas, usadas muitas vezes para fugir do registro no computador, não são suficientes para nos privar de propagandas e muito menos para não sermos influenciados nas decisões que tomamos na internet.
O Google, por exemplo, tenta cada vez mais otimizar nossa pesquisa, não por ser bonzinho e querer que tenhamos acesso rápido aos nossos resultados de buscas, mas além de otimizar, ele tenta dar ao usuário o resultado mais próximo que ele deseja, como ele faz isso? A partir das pesquisas anteriores, e sites visitados ele tenta criar uma identidade do usuário. 

Uma questão interessante é o redirecionamento comportamental, onde as empresas de buscas vendem os nossos dados de acessos para o banco de dados de outras empresas, sendo que estas vendem para outras que empresas que utilizam esses dados para sugerir conteúdo e, principalmente, publicidade.

Sabe quando você pesquisa uma viagem para determinado lugar? Seu dado é vendido, e dali em diante irá aparecer companhias aéreas te oferecendo serviços relacionados aquele lugar, ou viagens.


A lógica do Google  mistura a ambição de ter a informação de seus usuários e a generosidade de oferecê-los dados de outras pessoas.

Um pequeno tirado da introdução e capítulo 1 do livro O filtro Invisível: O que a internet está escondendo de você, de Eli Pariser.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Uns versos de redes sociais da Raquel Raquero

Há pontes 
Entre um e outro
Ou
Entre todos
Mas há pontes

Há laços 
Fracos 
Ou
Fortes
Mas há laços

Ha conexões 
Organizadas
Ou 
Aleatórias 
Mas há conexões

Há fluxo de informações 
Muito
Ou pouco
Mas há fluxo de informações

 Há nós 
Evidentes
Ou 
Ocultos 
Mas há nós

Há uma rede social 
se e só se houver
perfil
conexões
links permanentes
grupos ou comunidades
Interação
Então, há uma rede social

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Da cultura das Mídias à Cibercultura: O advento do pós-humano


Lúcia Santaella

Fichamento do artigo



Alguns pontos me chamaram a atenção  ao longo do texto, e de acordo com a divisão que a própria autora faz, farei os meus que achei relevantes, então vamos lá:
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  No primeiro capítulo, a autora faz uma divisão de eras culturais em seis tipo de formações: a cultura oral, a cultura escrita, a cultura impressa, a cultura de massas, a cultura das mídias e a cultura digital.
  Lembra que não devemos julgar que as transformações culturais são devidas apenas ao advento de novas tecnologias. Na verdade, os signos, os tipos de mensagem e os processos de comunicação os verdadeiros responsáveis por essas transforações.


“McLuhan insistia na impossibilidade de se separar a mensagem do meio, pois a mensagem é determinada muito mais pelo meio que a veicula do que pelas intenções de seu autor. Portanto, em vez de serem duas funções separadas, o meio é a mensagem”
(Lunenfeld, 1999a, p.130)


A autora completa: Ora, mídias são meios, e meios, como o próprio nome diz, são simplesmente meios, isto é, suportes materiais, canais físicos, nos quais as linguagens se corporificam e através dos quais transitam.


Sobre a continuidade da cultura de massas sendo a cibercultura, Santaella reconhece a fase transitória entre elas, a saber, o reconhecimento da cultura das mídias, pois é substâncial para se ocnhecer a própria cibercultura.


A autora também critica a imprecisão a qual muitos tem tratado como cultura midiática, incluindo todas as tranformações e hibridização que vivemos.


“A confusão conceitual é proporcional à confusão dos modos como nos aparecem os fatos que pretendemos compreender”. Tal afirmação, para mim, condiz com o que acontece hoje no jornalismo impresso: Sem saber para onde ir, ou como se adaptar ao meio, tenta entender como se adaptar e criar teorias, de possivel salvação, que não são eficazes, gerando com isso a demissão de centenas de funcionários.


Com o advento da tecnologia, Lúcia afirma que o próprio usuário é quem vai  individualmente buscar a informação e a mensagem que deseja, que se caracteriza por uma busca dispersa, alinear e fragmentada.


Apesar da cultura de assas, cultura das mídias e cultura digital viverem no mesmo caldeirão, e por isso a dificuldade de conceituar e distingui-las, ambas possuem diferenças que precisam ser mostradas, para que não nos perdamos, ou continuemos perdidos. “Uma diferença gritante entre cultura das mídias e a cultura digital, por exemplo, está no fato muito evidente que, nesta última está ocorrendo a convergência das mídias, um fenômeno muito distindo da convivência das mídias típica da cultura das mídias.


Sobre a quantidade exarcebada de informação que hoje detémos e produzimos advem da convergência das mídias, na coexistência com a cultura de massas e a cultura das mídias. Parafraseand Hayles(1996b, p;259, 270) que afirma que a informação é a moeda corrente da rede.
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A autora sempre busca fugir dos extremos e mantém cautela ao fazer quaisquer afirmações, isso fica amis claro quando ela critica o extremismo que precisamos ser críticos quanto ao que estamos consumindo, mas não exagerar, e nem acreditar que a internet é a salvação e que ela só é benéfica.


Pós-humano, ela refere-se não aquilo que vem após o humano, com sua extinção, mas sim para sinalizar as tranformaçõe que as novas tecnlogias de comunicaão estão trazendo para tudo o que diz respeito à vida humana, tanto no nível psíquico quanto social e antropológico.

E para a compreensão do que vem depois e quais as consequencias disso, a autora confia na arte, a que cria problema, pois ela tem sido a única que tem projetado, explorado e criticado uma nova imagem do ser humano no vórtice de suas atuais transformações.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

A pregação contra o amador






O culto do Amador

Análise do primeiro capítulo do livro "O culto do amador" de Andrew Keen




Se antes o autor era um apaixonado pela evolução da internet e um otimista das possibilidades que nos daria. Hoje, o autor mostra-se um pessimista e radical quanto a democratização da internet e o poder que os usuários detém. 
A metáfora usada por ele no inicio do livro é que os usuários são macacos e que com suas máquinas produzem e recebem conteúdos sem criticidade e sem a preocupação da sua veracidade e respeito aos direitos autorais de produtores de conteúdos 
 Keen faz diversas críticas em relação a postura dos usuários na rede. Uma delas, é em relação ao seu desejo de tornar-se a informação, deixando de lado o acesso a portais de notícias para se vangloriarem em seus perfis e produzirem informação, em suma, de si mesmos. 
Sobre a promessa de democratização da Web 2.0, o autor escreve "O que a revolução da Web 2.0 está realmente proporcionando são observações superficiais do mundo à nossa volta, em vez da análise profunda, opinião estridente, em vez de julgamento ponderado."
Devido a falta de uniformidade e a falta de um editor de conteúdo, as pessoas produzem materiais que não tem verificação de suas credenciais e avaliação. Com isso, há um obscurecimento, ofuscação e até o desaparecimento da verdade.
O autor finaliza o capítulo afirmando que não podemos lançar a culpa por esse triste estado de coisas em alguma outra espécie. Nós, seres humanos, monopolizamos as luzes da ribalta nesse novo palco da mídia democratizada. Somos simultaneamente seus escritores, seus produtores, seus técnicos amadores e, sim, seu público amador. 

domingo, 8 de maio de 2016

The Shallows

Análise dos Capítulos 1 e 3 de "The Shallows" de Nicholas Carr

A internet é a mídia mais recente a estimular  debate sobre os efeitos de uma mídia sobre o ser humano; A questão é que quando é discutido sobre determinada mídia, o conteúdo é que é discutido e não a mídia em si.


McLuhan viu: que a longo prazo o conteúdo de um mídia importa menos que ela própria em influenciar o modo como pensamos e agimos. Como nossa janela para o mundo e para nós mesmos, uma mídia popular molda o que vemos e como vemos - e por fim, se a usarmos bastante, muda quem somos, como indivíduos e como sociedade.
Logo de início o autor se diz dependente da internet, externa sua dificuldade de concentração em ler livros, artigos ou algo que passe de três parágrafos. Estranho com essa percepção e com o sentimento de culpa, ele contata alguns amigos e que dizem que também se sentem assim.


Depois disso, Carr faz um retrospecto de todo o seu contato com o computador, internet e a percepção de que havia algo errado. 


Ele lista o deslumbre ao comprar seu primeiro computador, as funcionalidades que ele tinha e a emoção de vê-lo ligar. Nisso, ele dizia a dificuldade e a resistência em produzir e editar textos no computador com os softwares da época.


Relata a experiência de ter um computador no trabalho, e não apenas em casa.

O descobrimento da internet e sua paixão pela mesma, passada a época de resistência quanto ao novo meio, viu na internet um novo mundo, viria para salvar sua vida e agilizar trabalhos e contatos com o resto do mundo, cita a facilidade com que postava seus textos na web, comparando com o processo demorado que levava na produção de artigos e livro, agora só digitava, editava algumas páginas e postava, estava pronto,  além da interação quase que instantaneamente de outros usuários da rede.

Mas de repente, percebeu que havia algo errado.


A fome de consumo de informação, a necessidade de estar conectado, e a falta de concentração nas pequenas coisas fez com que ele percebesse que ele percebesse que estava passando dos limites e que não passava mais de um consumidor de palavras, não mais um ser pensante e ativo.



Depois disso, o autor começa um debate que discute a influencia que esses meios tem sobre nosso cérebro.

Para isso, ele coloca duas linhas de pensamentos: O determinismo tecnológico, que diz que somos meros reprodutores desses meios e que quando esses meios conseguirem se reproduzir sozinhos seremos descartados e o instrumentalismo, que afirma que nós, seres humanos, temos total poder sobre esses meios podendo decidir o que fazer e qual influencia eles tem sobre nós. 

Crítica a cultura de convergência

Informação para rir ou para pensar?


A leitura do texto e a sua criticidade em relação a ele, fica por sua conta. O link para download do mesmo está no fim dessa postagem.

Vou me deter a fazer uma crítica a algo relacionado: a adaptação de um meio de comunicação a outro, ou não

Sempre que aparece uma nova tecnologia, acredita-se que outra irá desaparecer, assim foi com o rádio, quando a TV surgiu.  E é assim que vemos o futuro do jornalismo impresso: com a migração para o digital e a queda das vendas e assinantes, além das demissões em larga escala nas redações de todo o mundo, acreditamos que esse seja seu fim. Aliás,  eu não.

Na verdade, igenuinamente, ou não, as pessoas acreditam que a “tecnologia internet” seja a caixa preta, como é citado no livro Cultura da Convergência de Jekins, onde vai juntar tudo em apenas uma tecnologia. Seria essa a nossa caixa preta mesmo? A qual um dia pensamos a inviabilidade de existir? Ou estamos nos precipitando e deixando de analisar as particularidades de cada tecnologia e mais ainda: de cada meio de comunicação?

a convergência representa uma transformação cultural à medida que consumidores são incentivados a procurar novas informações e fazer conexões em meio a conteúdos de mídia dispersos.
— JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Aleph, 2009.”

As pessoas consomem informações diferente de como consumiam há 10 anos, e fazer edição especial só aos finais de semana não é sufisciente e nem o caminho para que, além de conseguir fidelidade com possíveis novos leitores, conseguir mostrar: é isso que devemos fazer para sobreviver e não demitirmos a redação toda.

Não é o caminho copiar e colar o que foi publicado na web para o jornal do outro dia de manhã. Quem vai se importar de ler o que já foi publicado? Ah, mas eu não publiquei isso, meus leitores ainda não viram isso. Ok. Mas é seus leitores e de quantos mais?
Estamos pensando nos leitores que não leem nenhum jornal impresso, só a internet? Já pensou se esse pessoal ver algo ‘cool’ e começa a acompanhar a rede social do jornal? Ou se ainda: devido aos conteúdos postados, deseja saber mais sobre um determinado conteúdo que só vai ser encontrado no impresso? E, a partir daí começa a comprar...

Outra questão: Você está publicando o que seus leitores querem ver ou o que eles precisam saber? Você está fazendo um jornalismo de miss simpatia?

O jornalismo é preciso se encontrar. É preciso ainda ter o desejo de quebrar padrões e nao só reproduzí-los. É preciso voltar a mostrar o que não não querem que mostrem. É preciso ser diferente. Parar de mostrar só os “culpados”, mas quem não é considerado e tem influência na situação, é preciso mostrar o contexto, parece que todos sabemos disso, mas não parece quando deixamos de colocar em prática.

Por fim, se o impresso continuar reproduzindo o que a internet reproduz, um jornalismo simplório, cacofonico está realmente fadada ao fracasso, infelizmente. Mas se o impresso se encontrar e mostrar é isso:    , veremos uma luz no fim do túnel.

Que
Sejamos jornalistas digitais, mas criticos
Conquistemos, mas que enfrentemos o conquistado e reconheça que só isso não é sufisciente
Sejamos impressos, mas que sejamos instantaneos
interativo
não sejamos uma caixa preta
façamos o que sabemos de fazer de melhor
Informemos

Peer production (Peering)

 Wikinomics


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O autor começa dando o exemplo de Rob McEwen, CEO da empresa Goldcorp, uma empresa de mineração, queem meio a problemas financeiros dentro da empresa, decidiu seguir o exemplo de Linus Tosvaldi, criador do sistema Linux.

Rob, soube da história em um evento no MIT, que basicamnte é a seguinte: o Linus criou o sistema operacional, o Linux, e decidiu liberar todo o código fonte, permitindo que milhares de programadores anônimos o analizassem e fizessem suas contribuições.

Então, Rob propôs a sua equipe que compartilhasse os dados referente a todas as pesquisas feitas pela empresa que mostravam onde havia jazidas de ouro, mas que eles não sabia onde encontrá-los e qual o seu valor, e em troca disso esperava que as grandes empresas o retribuisse com locais onde haveria possibilidade de haver ouro. Mesmo com todo o medo de não dar certo, acabou que deu e a empresa que faturava cerca de 100 milhões de doláres anos antes, depois de alguns ano faturava cerca de 9 bilhões.

Pode-se perceber que ao compartilhar propriedades intelectuais, podemos explorar o poder da genialidade e inteligência coletiva.

Peer production, ou peering: quando um grupo de pessoas ou empresas, colaboram de forma aberta para impulsionar a inovação e o crescimento.

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Exemplo disso é o Wikipédia onde um número gigantesco de conteúdo é produzido por milhares de pessoas ao redor do mundo, e ninguém é dono de nada. O conteúdo é disponível para quem tem interesse e possa ajudar também.

Clique aqui para download do texto



sexta-feira, 6 de maio de 2016

O suicídio do jornalismo



Um breve resumo do artigo da Sylvia Debossan Moretzsohn, publicado pelo site Observatório da Imprensa


foto do site: http://concursosarte.com/

A autora começa falando das primeiras discussões sobre o futuro do jornalismo, em especial do impresso, quando a internet ainda engatinhava no Brasil.
A ideia que se tinha era que o público montaria seu próprio jornal, a partir daquilo que ele tinha interesse, daí a fidelidade a certos tipos de conteúdo e aos produtores do mesmo.
O que se viu, em pouco tempo, é que o público não apenas consumia informação, mas que as produzia em larga escala.

A primeira crítica feita por Moretzsohn é a falta de clareza por parte das grandes mídias quanto ao que fazer na Internet e suas prioridades. Para a autora, os grandes jornais cedem ao imediatismo e ao cacofonismo das redes, deixando de lado a produção jornalística e valorizando a caça ao clique.

Ocorre que a caça ao clique é a morte anunciada do jornalismo, porque o que costuma excitar o público é a surpresa, o escândalo, o bizarro, o curioso, o grotesco. Em síntese, o fait-divers, que sempre foi elemento periférico para os jornais de referência.

Sylvia cita a pesquisa feita pela jornalista Lúcia Guimarães, onde 80% das pessoas que afirmam usar o Facebook, 67% afirmam que usam para consumir notícias. A problemática é: O que podemos considerar como notícia?
Lucia questiona o algoritmo usado pelo Facebook que ‘seleciona’ o que aparece para os usuários da rede. O que filtra ainda mais o que podemos considerar como notícia.  O que algoritmo seleciona para aparecer no feed de notícias, até onde se sabe, é baseado naquilo que o próprio usuário tem mais interação, ou seja, visita com mais frequ~encia, curte, compartilha e comenta mais. A afirmação da pesquisa é: Jornalismo não é agradar. Falta notícias que as pessoas não sabem, mas precisam saber.

Para Sylvia, o jornalismo não precisa se reiventar. Os fundamentos do jornalismo não mudaram, o que mudou foi a tecnologia. O que é preciso que o jornalismo se encontre e coresponda ao ideal e o que o legitima socialmente.Pelo contrário, o jornalismo é ainda mais necessário pra filtrar as informações que são publicadas, ua vez que muitas delas são boatos, informações falsas e banalidades.

Além disso, ela defende o perfil de profissional competente e critica as más condições de trabalho e a falta de incentivos para o crescimento profissional. A jornalista, diz que as redações são uma fábrica de produzir infelizes: gente mal paga e que não se reconhece no que faz.

Sylvia Moretzsohn termina o artigo dizendo: A crise que estamos enfrentando, e que não é de hoje, nos impõe uma resposta à altura, e esta resposta não será individual, como sugere a ideia de “reinventar-se”, que ignora a perspectiva coletiva, sem a qual nada muda. Para os jornalistas, em particular, essa resposta não pode dispensar a luta pela recuperação da dignidade e pela exigência do respeito aos princípios que norteiam a profissão.

Clique aqui para ver o artigo completo

terça-feira, 3 de maio de 2016

Creative Commons (CC)



Creative Commons (CC)  é uma organização sem fins lucrativos, que permite o compartilhamento e o uso da criatividade e do conhecimento através de licenças jurídicas gratuitas, definição encontrada no próprio site em sua versão brasileira.

Leia Mais:http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,o-que-e-creative-commons,669377
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Mas para isso, é preciso seguir algumas condições: 

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domingo, 1 de maio de 2016

O que esperar do Facebook?

Búsqueda



Já estamos quase no meio do ano de 2016 e já vimos algumas mudanças no Facebook. A maior rede social do mundo. Temos visto as transmissões ao vivo, as reações foram criadas, e timidamente temos visto o instant articles.


O site MultiLink lista 10 mudanças que ocorrerão no Facebook, duas delas chama atenção: A parceria com o Uber, onde através do menseger, produto intregado do Facebook, o usuário poderá solicitar o serviço da Compania, enquanto aquele site dá esta informação o site do tecmundo frisa que o serviço só estará disponível para o Estados Unidos, por enquanto. A outra mudana que nos chama atenção é a de busca otimizada, onde os usuários do facebook poderão faazer suas pesquisas dentro da própria rede social, a partir daí o Facebook baterá de frente com o Google e o Bing no sistema de busca.


Quando buscamos por novidades no Facebook e fazemos o filtramento nos mecanismos de busca limitando para apenas o que foi postado nesse ano, além de encontrar o que foi citado acima, encontramos açoes do Facebook com empresas e empreendedores.  Uma das ações, rodará por alguma das cidades do Brasil, dando um workshop para como empresas e microempreendores podem usar o Facebook para melhorar os negócios.


O que eu, autor do blog, espero do Facebook?

Mais privacidade. E que ele interfira menos nas minhas decisões. Talvez, interferir menos não seja a expressão correta, mas que ele use menos o meus dados afim de gerar lucro para si próprio. Que ele seja mais transparente com suas ações e não acabe se tornando chato, na tentativa de melhorar seu desempenho.

Quem quiser seguir meu Facebook: facebook.com/italoolucas

terça-feira, 19 de abril de 2016

BIG DATA





Introdução


Produzir informações está ligado diretamente ao ser humano. Desde os primeiros moradores da Terra até os dias atuais, produzimos e tentamos guardar estas informações. Isso se confirma, por exemplo, quando vemos figuras rupestres em cavernas ou escritas em paredes de pedras encravadas nas pirâmides egípcias, ou algo mais recente: quando tiramos fotos e salvamos em nosso celular. Ambos os exemplos são dados diferentes e de momentos históricos diferentes e que mesmo assim não deixam de ser dados.


Mas, você já parou para pensar na quantidade de informações que o ser humano produz durante o dia? Ou, na quantidade de dados de clientes que um banco possui? Ou ainda, na quantidade de informações que o Facebook recebe a cada minuto?


Definição


Por mais que o ato de recolher e armazenar dados seja uma prática antiga, o termo Big Data é um termo novo, usado pela primeira vez no início dos anos 2000, pelo analista Doug Laney,  para nomear um imenso conjunto de dados e caracteriza-los em três V’s.



Volume: Como o nome sugere, é referente a quantidade de dados que são produzidos exponencialmente. Algumas empresas pegam dados de diferentes fontes, por isso armazenar todo esses dados seriam um problema, mas já há softwares que permitem isso.


Velocidade: Se antes a informação nova era aquela que chegava junto com o jornal impresso pela manhã, ou que passava a noite no Jornal Nacional, ou seja, que levava horas para sabermos, hoje já não é bem assim.
Temos informações sendo produzidas a todo momento, em frações de segundo. O que um post no Twitter pode mobilizar e produzir repercussão, alguém pode fazer outro post e ter uma maior repercussão que o primeiro.


Variedade: Os dados são gerados em diversos tipos de formatos: vídeos, imagens, textos, planilhas, áudios, etc.


Há ainda quem acrescente outros V’s na caracterização do Big data, como por exemplo, a Veracidade dos dados.

Veracidade: abrange com característica o fato que estes dados não apresentam uma verdade absoluta, ou seja, certa incerteza onde deve-se observá-los com muita parcimônia para que os mesmos possam gerar informações úteis e oportunas.


Tecnologias
Devido a grande quantidade de dados precisamos de tecnologias para organizá-los, ordená-los e torná-los acessível a nós seres humanos. Como por exemplo: Excel, Hadoop,Bloco de notas, Oracle, Mysql, SQLserver2012.


Além disso, muitas empresas costumam a usar os dados que tem, mas que são do cliente, para fins comerciais, por exemplo:


  1. Se eu assisto uma série de suspense na Netflix, ela vai e indicar séries e filmes com a mesma temática.
  2. Se eu tenho um perfil de amigos no Facebook, com o cruzamento de dados dos meus amigos, ele vai indicar outros amigos que tenham o mesmo perfil dos amigos que eu já tenho, ou ainda: indicar um usuário para eu adicionar que tenha vários amigos em comum comigo.
  3. Além de servir como apoio a tomada de decisões, pois a partir de dados que uma empresa possui, ela pode analisar, por exemplo, se vale a pena desenvolver determinada campanha, a partir do perfil do cliente dela.


Tudo, exatamente tudo o que fazemos na internet se transformam em dados, desde o primeiro clique na aba aberta até o post que fazemos no Facebook, desde o site de notícias que abrimos até a foto que publicamos no Instagram, desde a entrada no site de uma agência de viagens até os vídeos que assistimos ou publicamos no Youtube. E, tudo isso é usado contra ou a nosso favor. Esse exemplos


Fontes
sites:


quarta-feira, 30 de março de 2016

A Cauda Longa de Chris Anderson

Por que nós do Haussofe fazemos parte da Calda Longa?

Existem milhares de sites, blogs e diversas fontes de informação na internet, existem produtores de informação que são mais procurados do que outros, e fazem parte do que eu vou chamar de referencias; Mas existem outros milhares de sites que não são tão procurados, que estão na rede e são visitados por pequenos grupos, ou grandes grupos que se interessam pelo o assunto daquele site. Este site não necessariamente será uma referência como fonte de informação, mas estará lá para acesso.


Se antes as locadoras tinham em suas estantes apenas uma quantidade limitada de filmes que teria uma determinada saída. Hoje, plataformas online tem uma quantidade extremamente maior que as locadoras físicas. Assim como na locadora, há na plataforma aqueles produtos que são assistidos mais vezes e se tornam referência, mas há outros que apesar de não ter toda essa visibilidade acaba influenciando todo o funcionamento da organização. Em muitos casos se for feita a junção de todas esse material que tem pouca visibilidade, e comparado aos que tem muita, os que não se destacam acabam tendo um valor maior e mais importante.

A calda longa é basicamente isso: uma continuação do caos, apesar de menor, faz toda a diferença para o caos principal.


Nós, do Haussoffe, também somos isso: Entre milhares e milhares de sites, estamos aqui escrevendo sobre textos, fazendo fichamentos para a cadeira de Cibercultura e tendo umas bads de vez em quando, alguém vai ler, nem que seja o monitor da cadeira ou o professor Riverson quando não estiver fazendo nada.

Daqui pra frente, eu só quero ter mais tempo e fazer algo mais legal, escrever melhor e me tornar top do blogger e ganhar bolsas para estudar jornalismo fora do país, em uma das áreas: educação, dados e política. 


Beijos, beijos
tirado de: http://www.noix.com.br/ em 30/03/2016 as 15:37